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Quality of Service – QoS (Parte 1)

sexta-feira, 09 dezembro 2016 por

(É uma bagunça) QoS – Quality of Service é uma das partes mais complexas de redes (pelo menos pra mim). A configuração requer dezenas de comandos, e temos várias ferramentas, conceitos e mecanismos que devemos usar em conjunto. Além disso nem sempre é fácil fazer o dimensionamento da solução (quais os tipos de tráfego? quais

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(E o foco?) A regra mais básica de um projeto WiFi é: Não utilize o mesmo canal em access-points que estão próximos. Contudo, como temos apenas 3 canais (1, 6, 11) que não se sobrepõe em 2.4 GHz, quando temos mais de 3 access-points acabamos tendo a reutilização de canais. Se estes access-points estiverem próximos,

BGP Origin Path Attribute e Next Hop Self

segunda-feira, 07 novembro 2016 por

(Mais uma semana começando…) Aproveitando o gancho do post anterior (e a topologia e a configuração…), vamos falar do Origin Path Attribute e do Next Hop Self. O Origin Path Attribute (um dos atributos que os anúncios BGP carregam), sinaliza como a rota foi inserida na tabela BGP originalmente. Podemos ver os códigos do Origin

Rota default no BGP

sexta-feira, 04 novembro 2016 por

(Até a parte fácil é difícil) Existem três formas de adicionar uma rota default na tabela BGP. Vamos usar a topologia e as configurações abaixo, como ponto de partida, e mostrar estas opções. R1: interface Ethernet0/0ip address 10.1.1.1 255.255.255.0!interface Ethernet0/1ip address 10.10.0.1 255.255.255.0!interface Ethernet0/2ip address 172.16.0.1 255.255.255.0!router bgp 10redistribute connectedredistribute staticneighbor 10.1.1.2 remote-as 10neighbor 10.1.1.2

Internal Usage VLANs

quarta-feira, 28 setembro 2016 por

(Era pra ser um post curto) O que faz o comando vlan internal allocation policy ascending (que já vem configurado nos switches Cisco)? Para responder isso precisamos falar de alguns outros itens antes. Primeiro é importante lembrar que o padrão 802.1Q suporta até 4096 VLANs, e a quantidade de VLANs que podem estar ativas em

Oito anos de Brainwork

terça-feira, 27 setembro 2016 por

(Melancolia que não acaba) No último dia 18 entramos no 9º ano do blog e acabei não percebendo (não sei porque mas eu jurava que tínhamos começado em outubro). Quando começamos quase “tudo isso aqui era mato”. De lá para cá surgiram centenas de outros blogs de rede. Muitos são ótimos, sempre leio e recomendo.

Já a algum tempo a virtualização de servidores tornou-se comum. Junto com ela a necessidade de fazermos um etherchannel entre os hosts (servidores físicos) e o switches. A configuração é simples, e do lado do switch bem comum para quem trabalha com redes, mas é necessário observar um detalhe: devemos usar o comando channel-group “X”

Request for Comments – RFC, é um tipo de publicação do Internet Engineering Task Force (IETF) e Internet Society (ISOC), principais órgãos de definição de padrões de desenvolvimento e técnica para a Internet. Os fabricantes de equipamentos/sistemas seguem as RFCs (além de ajudar nas especificações) e isso nos permite usar equipamentos de marcas diferentes sem

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Como funciona o Spanning-Tree Protocol

segunda-feira, 15 agosto 2016 por

(Oito anos de blog e não tínhamos um post falando de Spanning-Tree) O STP – Spanning-Tree Protocolo, é utilizado pelos switches para evitar loops de camada 2. Basicamente o STP bloqueia caminhos redundantes, evitando assim a formação de loops. Aliás, justamente por causa deste comportamento (bloquear caminhos) que em algumas redes (data centers, por exemplo)

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