Definição
Tool é uma capacidade externa descrita ao modelo por nome, finalidade e esquema de parâmetros. Function calling é o mecanismo pelo qual o LLM retorna uma solicitação estruturada para usar essa capacidade. A aplicação — não o modelo — valida, autoriza e executa.
Em redes, uma tool pode consultar interfaces por SNMP, buscar rotas via API do controlador, executar um comando somente leitura por SSH ou preparar uma alteração via NETCONF/RESTCONF.
O modelo pede; a aplicação decide
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{
"name": "consultar_status",
"arguments": {"ticket_id": "BW-101"}
}
O LLM não executa diretamente a função. A aplicação confere esquema, identidade, permissão e impacto.
Quando usar
- Consultar estado atual de interface, vizinhança, CPU ou tabela de rotas.
- Calcular sub-rede, sumarização ou diferença de configuração de forma determinística.
- Abrir incidente ou preparar mudança.
- Conectar controladores, inventário, IPAM, DNS e observabilidade.
Use tool para estado dinâmico ou ação. Use RAG para conhecimento documental. Para diagnosticar uma sessão BGP, normalmente são necessários os dois.
Exemplo e controles
Para “verifique por que Gi0/1 está down”, o modelo pode chamar consultar_interface(dispositivo, interface). Para “habilite Gi0/1”, uma segunda tool exige identidade, janela de mudança e confirmação.
Separe leitura de escrita. Use schema estrito, allowlist de comandos, timeout, logs, modo dry-run e aprovação para mudanças.
O LLM sugere a intenção; a aplicação controla credenciais, privilégio e execução.
Para aprofundar
Consulte as referências oficiais da página inicial. Protocolos, APIs e produtos evoluem; valide detalhes atuais antes de implementar.